Já parou para pensar que a moda, de certa forma, está relacionada com nossa memória afetiva? Quantas vezes a gente não se pega fazendo referência de uma peça que nos proporcionou algum momento feliz, como o vestido do baile de formatura, um casaco que remete a uma viagem ou aquele macacão da festa da melhor amiga?

O fato é que, se você abrir seu armário, terá uma história para cada peça que está  ali. Isso porque a moda não é feita só de produtos que estão à venda, mas também da afetividade que transforma aquele vestuário em algo cheio de significados.

As roupas marcam momentos desde sua escolha até a vivência desses instantes, e sabe por que? Porque a moda faz parte da nossa identidade. Diariamente fazemos as escolhas do look do dia: a roupa do trabalho, da festa, do almoço de domingo, da viagem e até do que usar na hora de dormir.

Somos o que vestimos

Roupas e acessórios podem refletir a personalidade e o estado emocional de quem os usa. É comum que, em um dia em que você acorda não muito bem, o vestuário tenda a espelhar esse sentimento. Em contrapartida, quando acordamos felizes e bem dispostas, a produção fica mais caprichada, realçando a mensagem que queremos passar.

A blogueira e consultora de moda Cris Guerra costuma dizer que a moda é intuitiva e que cada pessoa tem seu próprio estilo e forma de lidar com o mundo fashion. Repare que, quando uma tendência é lançada, cada pessoa absorve esse conceito de forma diferente.

A moda da calça destroyer, por exemplo, chegou para arrasar e ficar. Por ter rasgos, desfiados e furinhos, costuma combinar muito bem com peças básicas, como camisetas. No entanto, os usuários têm a liberdade de usar essa peça como bem quiserem. Muitos a utilizam com tênis e regata para que o look fique mais esportivo, enquanto outros conseguem sobrepor um blazer e, ainda, combinar a calça com sapatos de salto, deixando a composição mais elegante.

E esse é apenas um exemplo de inúmeros que podemos – e vamos – dar aqui no blog. O importante, agora, é ressaltar que a moda é muito mais o que você faz dela do que o que ela faz de você.

Incrível isso, não? E muito poderoso. Significa que você não precisa se prender em caixinhas conceituais para ser sua melhor versão, pois o único conceito que cabe, a qualquer peça de roupa, é a de identidade. Seu armário precisa te representar – e você precisa se sentir confiante com ele. É essa troca que conta e que faz a moda pulsar.

Além disso, e a partir daí, com a moda você se conecta a vários mundos e a inúmeras tribos.

Já sentiu que estava destoando quando chegou em algum lugar? Isso acontece muito devido a não-intimidade com aquele ambiente ou com aquele grupo de pessoas. Nessas horas, quanto mais confiante você estiver dentro do que veste, melhor vai se sair em ambientes considerados adversos.

Noutras vezes, quando somos convidadas para uma festa ou reunião social, podemos ficar em dúvida sobre o que vestir. Quando vemos que estamos de acordo com o ambiente, conseguimos respirar até um pouco mais aliviadas. Esse prazer também conta, muito, para o que Cris Guerra chama de moda intuitiva.

Tá certo que, hoje em dia, quase não há restrição de vestuário e você pode ter a liberdade de ir a qualquer lugar com o que te fizer se sentir melhor. Contudo, existe uma comunicação entre as pessoas que passa pelo vestuário. Por exemplo, se existe uma festa do pessoal ligado ao rock, talvez um terno e gravata ou um vestido longo não cairiam muito bem.

O importante é enxergar a moda como ferramenta capaz de criar bons momentos com outras pessoas e com nós mesmas. Afinal, nada melhor nos proporcionar boas recordações e nos sentirmos bem com o que estamos vestindo a cada nova lembrança.

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